Cinza: branco e preto. Paz ou não. Monotonia, depressão. Vício. sem sonhos, podridão. Dia morno, morte, medo. Não permite mudança de cores, de ar. A casa velha, de móveis comidos. Telhado caído, parado e passado-inatos. Cor de dó, e só, dor de pó. Antiquada cor de linhas que pouco desejo que tracem meus dias.
...de pedra.
domingo, 4 de novembro de 2007
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
De Lado
Com passos lentos
e a sutileza de uma libélula não-púrpura
e pura,
ela andava por detrás da janela
e sentia em seu rosto o vento fraco
das tardes de invernos rigorosos.
Esboçava o Sol em seus quadros úmidos,
mas por vezes desistia.
o branco dos quadros era o que possuía
de mais fiel aos seus atos:
retratavam sua calma exata e sensata por vezes,
assim pensava.
-Mal sabiam a pessoas que passavam
pelo lado de fora da janela que,
não fossem as dores,
a garota não existiria.
e a sutileza de uma libélula não-púrpura
e pura,
ela andava por detrás da janela
e sentia em seu rosto o vento fraco
das tardes de invernos rigorosos.
Esboçava o Sol em seus quadros úmidos,
mas por vezes desistia.
o branco dos quadros era o que possuía
de mais fiel aos seus atos:
retratavam sua calma exata e sensata por vezes,
assim pensava.
-Mal sabiam a pessoas que passavam
pelo lado de fora da janela que,
não fossem as dores,
a garota não existiria.
belle e sebastian acalmou
dançou as horas
fiz o almoço das crianças
pensando na flor de longe...
o Sol brilhou fraco,
céu azul.
desapimentei o arroz
(branco que devia continuar)
e logo provei a sobremesa
sorri, quando choveu.
o tempo passou, as crianças se foram,
e sem almoço. sem fim.
parei, parou.
minha tarde sumiu.
morre-se de paz?
dançou as horas
fiz o almoço das crianças
pensando na flor de longe...
o Sol brilhou fraco,
céu azul.
desapimentei o arroz
(branco que devia continuar)
e logo provei a sobremesa
sorri, quando choveu.
o tempo passou, as crianças se foram,
e sem almoço. sem fim.
parei, parou.
minha tarde sumiu.
morre-se de paz?
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