Sabes falar mal,
se arrepender.
Acha idiota o mundo
e suas mãos.
Me diz que morre
a todo instante
É vazio, creio:
não Existe, e
condenando, se reprime.
"Suportar é tudo",
dirá.
Retruco: "Tenta"
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Esconde (rijo)
Sem lugar
de estar
Lugar a ficar
Enterrar cada membro
na terra (dura)
Fugir daqui
daí, dali
Fugir.
Ter um lugar para matar
Matar as horas, o tempo
Matar quem conduz
Só.
de estar
Lugar a ficar
Enterrar cada membro
na terra (dura)
Fugir daqui
daí, dali
Fugir.
Ter um lugar para matar
Matar as horas, o tempo
Matar quem conduz
Só.
Dança no Escuro
Canta para passar a dor
nunca foi encontrada chorando.
E nem conhece a língua dos homens.
É A-M-O-R, adoração initerrupta.
Deficiência não como esconderijo,
mas para iluminar, e só. (também)
És o Sol.
Talvez esteja ouvindo a canção da capela.
Era somente sonho. Foi.
Pode sorrir, se quiser.
-Vocês estão assistindo à morte dela?
nunca foi encontrada chorando.
E nem conhece a língua dos homens.
É A-M-O-R, adoração initerrupta.
Deficiência não como esconderijo,
mas para iluminar, e só. (também)
És o Sol.
Talvez esteja ouvindo a canção da capela.
Era somente sonho. Foi.
Pode sorrir, se quiser.
-Vocês estão assistindo à morte dela?
terça-feira, 16 de outubro de 2007
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Mundo
Mamãe de lenço
nos cabelos
Desenha filhos
no painel. É filha.
Só sente -por todos.
E escorre, com ela,
as lágrimas.
As lágrimas dela.
nos cabelos
Desenha filhos
no painel. É filha.
Só sente -por todos.
E escorre, com ela,
as lágrimas.
As lágrimas dela.
Não para se ver
Frêmito delicado
nas mãos virgens
de papel.
Bolha pequenina
ali do lado]
Obliquamente
frágil, o coração.
Sutil sopro
de mim...
Balança - manhãs
Cheira - tempo
Pairando em cores- as cores.
Pousando o som.
nas mãos virgens
de papel.
Bolha pequenina
ali do lado]
Obliquamente
frágil, o coração.
Sutil sopro
de mim...
Balança - manhãs
Cheira - tempo
Pairando em cores- as cores.
Pousando o som.
domingo, 14 de outubro de 2007
Refluxo
Colocar dentro
[colocar]
Encher
Espirrar o pleno
não para fora.
Engoli(r).
Sapos, sapos
atolando
tudo junto
num soluço.
Engasga/o peito
A voz.
[colocar]
Encher
Espirrar o pleno
não para fora.
Engoli(r).
Sapos, sapos
atolando
tudo junto
num soluço.
Engasga/o peito
A voz.
sábado, 13 de outubro de 2007
Nenhum sinal de bond(ad)e.
Espero como quem prevê
a morte da própria morte.
Espero como quem tem dores
e por isso vive de e para músicas clássicas
-entende-
Como quem espera pelo sonho
E sonho vindo não existe, ainda.
É preciso viver, sem esse esperar.
Peguei o primeiro trem da estação
De certo bond(ad)e não viria;
Desisto: precisei expandir, sozinha.
a morte da própria morte.
Espero como quem tem dores
e por isso vive de e para músicas clássicas
-entende-
Como quem espera pelo sonho
E sonho vindo não existe, ainda.
É preciso viver, sem esse esperar.
Peguei o primeiro trem da estação
De certo bond(ad)e não viria;
Desisto: precisei expandir, sozinha.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Foge
Nos sentamos no telhado, aquele que de tanta idenpendência se perde e cai cada dia mais, beijando os pólos em instante-sim/instante-não. [O firmamento sente enquanto a Terra se cala, por respeito à solidão]. Ao deitar, engolimos torres televisivas e mergulhamos no azul. Azul. Azul. Azul furado de estrelas, buracos que são. O Leste é uma criança, precisa se divertir (a distração...); a Lua, um basculhante: se esperneia toda quando cheia, mostrando seu segredo. Atrás do céu descobrir intensidade. Nascemos para tal. Agora sim posso lhe contar de onde vem a Luz. A branca Luz, mortal por não ser ofuscante; e nem se enrubece: SÓ brilha.
Após o abraço nupcial, as estrelas mudam de papel: fantasmagóricas, espiam o Amor, necessitam de amor: do nosso Amor.
Após o abraço nupcial, as estrelas mudam de papel: fantasmagóricas, espiam o Amor, necessitam de amor: do nosso Amor.
EUA d'alguém
Abrir e fechar os olhos:
Elas são assim, as pessoas.
Tempo não sobra, nem Amor
ou poesia.
Distância corta,
esperanças vãs- se vão.
Pisque os olhos novamente,
Leland,
e mude seu ângulo:
elas tentam, ao menos.
E por que?
Elas são assim, as pessoas.
Tempo não sobra, nem Amor
ou poesia.
Distância corta,
esperanças vãs- se vão.
Pisque os olhos novamente,
Leland,
e mude seu ângulo:
elas tentam, ao menos.
E por que?
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Lápis
Mais, sempre mais. Encher a casa de algarítimos para poder queimá-los logo (ou até mesmo presentear o vizinho, que se alegra por tão pouco). Trocar então por rosas, sempre foi assim. Fazer da cara, casa. Não é hoje o dia da minha morte (ele nem está chegando... tarde a porta se move). Tardar? Isso faço com as necessidades, procurando sempre algo mais doce para preencher. Tic-tac: preenchi o papel. A casa pede reformas, vê?
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