quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Lápis

Mais, sempre mais. Encher a casa de algarítimos para poder queimá-los logo (ou até mesmo presentear o vizinho, que se alegra por tão pouco). Trocar então por rosas, sempre foi assim. Fazer da cara, casa. Não é hoje o dia da minha morte (ele nem está chegando... tarde a porta se move). Tardar? Isso faço com as necessidades, procurando sempre algo mais doce para preencher. Tic-tac: preenchi o papel. A casa pede reformas, vê?

2 comentários:

larissa disse...

eu me sinto pequena pra fazer comentários em meio de palavras tão grandes.

essa minha amiga é realmente muito grande... muito!

Di' stante Enfim disse...

FANTABULOSO! Este texto demonstra o que chamo de"abandono". Há um despropósito proposital em cada linha. Casa e cara, cara e casa - mais uma vez fizestes uma combinação demasiado feliz=)