sábado, 13 de outubro de 2007

Nenhum sinal de bond(ad)e.

Espero como quem prevê
a morte da própria morte.
Espero como quem tem dores
e por isso vive de e para músicas clássicas
-entende-
Como quem espera pelo sonho
E sonho vindo não existe, ainda.
É preciso viver, sem esse esperar.

Peguei o primeiro trem da estação
De certo bond(ad)e não viria;
Desisto: precisei expandir, sozinha.

2 comentários:

JOSUELDA disse...

espandir e explodir sós é o que nos resta...

Di' stante Enfim disse...

Fantástica a alusão oculta no título!=) Parafraseando um aforismo clássico:"tu não dá ponto sem nó", senhorita(risos)