quarta-feira, 4 de março de 2009

Flutuo até a esquina e volto.
O som que ouço é o azul de mim mesma.
No centro dos meus braços estou cheia de bolhas.
Para sentir o mundo tenho as mãos abertas.
Confundo os pés com o vento
E minha neblina se faz no escuro.

[Amanda manoelzada]

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