terça-feira, 15 de julho de 2008

Sou assim, toda feita de você agora.Ouço Thuatha de Dannan, vou mergulhando no cantar das flautas e no tocar dos tambores, que ecoam junto com nossas vozes, estas ressonantes nos ouvidos dos corpos. As saias rodam, mesmo quando o movimento permitido é pouco. E também giramos muito, até parados. Borboletas no estômago, fantasias na boca, enrolar de passos. Vamos arrancando as pedras da estrada a dois, e jogando-as para o alto afim de furar o azul. Perfurar os terços, os olhos, o corpo, enfim. Perfurar tudo com o desejo. Não esperamos: Afim de voar já foi dado o grito.

3 comentários:

stormrider777 disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Wellington Felix disse...

permita-se esses voos,
impossivel prender sonhos,
lindo poema

Di' stante Enfim disse...

Metáforas mágicas!