
Cultivo meus lados desajustados aos tamanhos das gavetas que me dão,e risco sonhos de furar o espaço no chão que imagino no ar,quando não há sobra que se infiltre a respirar e o limite é dito evidente.A força que me exigem eu não tenho mas,ao meu modo,o mundo é TAL e grifado grande,mas escondido de ti,que não quer ver e corre.Empilho constâncias passageiras para além do teto,e são definitivas.Estou grávida de sentidos individuais,então me dê a mão ou observe enquanto desaparece com o tempo,ou eu desapareço de ti.Em minha abertura desejo e respiro como me convém.E SOU ABERTA:me inflame.(subiríamos como um balão vendo a terra nauseante se transformar)

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