Estive na BH,vi cavalos.
e os militares montados em seus cavalos
com suas espadas no meio da feira
que foi hippie,no meio da praça
que,Liberdade.
Montados em suas espadas de ponta cabeça apontados pro derrame da capital do meu estado de glória e amor
e a minha cidade de asfalto e sono.
e meu sono sem cidade ou teto.
Restou o afeto que furou meus braços
em alguma esquina que,noite,
estrela.
Pro cinema paguei caro.
E era triste a resina nos olhos
daquele espetáculo de barulho e temor.
E em quando os pássaros cantavam as cabeças dos mestres
e os mestres explodiam as cabeças dos pássaros,
ecoava acima do ouvido a buzida do cheiro (comida e alarme)
E foi em algum canto do carro que entrei da polícia,
que no início paguei caro o contrato de dor e apreci(ação)
mas no final de sorte pagaram minha passagem
pela incrível BH dos livros,a dos vivos,e muitos mortos.
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