quinta-feira, 11 de junho de 2009

Olho de atenta pra privada.A pasta na boca,a-lisiamento da minha pele,enquanto imagino a calçada que pisarão as sandálias,cinco minutos e estarei viva.Ou antes estive viva,tão mais:os dentes podres,suvaco,enquando lia um texto e a cabeça era o máximo da minha agonia,minhas pernas cruzadas dizendo o quanto as idéias NÃO DESFILAM,mas são para tampar objetos com ponta.Por isso não sei como vai se expor,e vou-do ovo,dentro,ovo vou-,é tanto lá dentro e a jaqueta surrada leva uma eternidade,nas mangas o desespero de uma casa,um degrau que meus pés alcançam enquanto andam nos azulejos,porque a educação da privada eu aprendi,já a andar pela casa,intuição.revelia das pernas tortas tão retas na rua.Guardo os olhos caolhos em casa e saio para passear com a lente de olhos verdes.Só espero um tiro na testa,qualquer vestígio de sangue e mudez,nudez e sangue.(para passar a latir,farejar as sacolas)

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