Ele é a noite.A noite nos toma.
Tomamos o último gole:A noite nos deixa.
Ele sou eu.Eu o valho.
Ele me valhe:Valhemo-nos,em coro,ao vaiar.
E ao tomarmos o mar,ecoamos esferas.
Ele me tange o último azul de um corpo.
Por te amar,homem,faço abraço.
Faço calor entre as pernas:devasso.
No após,devastados,seguimos a estrada cruel de sol,em sonho.
Mas agora é trabalho,que de ontem partiu manhã.
Infinitamente falta-nos algo.
(E do infinito busco pelo algo que falta)
E na infinitude que digo do algo que nos falta
Continuo,
-não breve-
-mas efusivamente-
a coroar-me pelo necessário.
A existência me paga.
E por ti,talvez a ti,devo meus atos.
This is not unreal,it's undead
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