Gosto da ordem contrária à da história, da ordem contada da minha frente no espelho e seguindo para trás:Atrás,perdidamente,sempre a parede branca do banheiro vazio,os fantasmas retos e pouco discretos,gritantes. Mas o presente é o meu melhor,a minha cara de agora no espelho velho do banheiro velho,o estar-por-vir-vindo-neste-momento-chegando,a cor dos meus dentes,o tamanho dos olhos e o gingado per menute da respiração. Mas danço agora enquanto olho o amarelo nas mãos,e a sujeira de tinta branca de ontem só sabe ser se tendo estado.
E eu sou estando.
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Um comentário:
um eterno devir!
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