segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Não para se ver

Frêmito delicado
nas mãos virgens
de papel.
Bolha pequenina
ali do lado]

Obliquamente
frágil, o coração.
Sutil sopro
de mim...

Balança - manhãs
Cheira - tempo
Pairando em cores- as cores.
Pousando o som.

2 comentários:

Di' stante Enfim disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Di' stante Enfim disse...

E dizer que tencionavas esconder estas peças magníficas ¬¬. Lembre-se dos ensinamentos do mestre Caeiro:

"Mesmo que meus versos nunca sejam impressos, eles lá terão a sua beleza, se forem belos.
Mas eles não podem ser belos e ficar por imprimir, porque as raízes podem estar debaixo da terra
Mas as flores florescem ao ar livre e à vista.":)