terça-feira, 25 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Devaneios e especulaçoes existenciais fartam-me.
Meu avião faz vôo de volta à terra,
vem da lua trazendo bagagem cansada do pó que passa com sonho.
(Já me despedi da dor)
A vida que corre me puxa,
e corro como um cão atrás das gentes,de toda gente.
Me cansei da vida sonhada,
quero mais é que sonhem comigo.
E que me esqueçam às vezes.
quero mais meu equilíbrio móvel,
meu coração pulsante, inebriante,
inebriado,
e vadio sempre.
Quero mais um beijo bem dado,
um beijo amargo,
um beijo dado,a dar,e um pulso.
E estou a mil no meu pulso largado nas horas.
O melhor amigo é o tempo.
E o pior às vezes,
mas ninguém nunca disse que o cão não morde.
Meu avião faz vôo de volta à terra,
vem da lua trazendo bagagem cansada do pó que passa com sonho.
(Já me despedi da dor)
A vida que corre me puxa,
e corro como um cão atrás das gentes,de toda gente.
Me cansei da vida sonhada,
quero mais é que sonhem comigo.
E que me esqueçam às vezes.
quero mais meu equilíbrio móvel,
meu coração pulsante, inebriante,
inebriado,
e vadio sempre.
Quero mais um beijo bem dado,
um beijo amargo,
um beijo dado,a dar,e um pulso.
E estou a mil no meu pulso largado nas horas.
O melhor amigo é o tempo.
E o pior às vezes,
mas ninguém nunca disse que o cão não morde.
terça-feira, 23 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Gosto da ordem contrária à da história, da ordem contada da minha frente no espelho e seguindo para trás:Atrás,perdidamente,sempre a parede branca do banheiro vazio,os fantasmas retos e pouco discretos,gritantes. Mas o presente é o meu melhor,a minha cara de agora no espelho velho do banheiro velho,o estar-por-vir-vindo-neste-momento-chegando,a cor dos meus dentes,o tamanho dos olhos e o gingado per menute da respiração. Mas danço agora enquanto olho o amarelo nas mãos,e a sujeira de tinta branca de ontem só sabe ser se tendo estado.
E eu sou estando.
E eu sou estando.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
DESIRE
Ele é a noite.A noite nos toma.
Tomamos o último gole:A noite nos deixa.
Ele sou eu.Eu o valho.
Ele me valhe:Valhemo-nos,em coro,ao vaiar.
E ao tomarmos o mar,ecoamos esferas.
Ele me tange o último azul de um corpo.
Por te amar,homem,faço abraço.
Faço calor entre as pernas:devasso.
No após,devastados,seguimos a estrada cruel de sol,em sonho.
Mas agora é trabalho,que de ontem partiu manhã.
Infinitamente falta-nos algo.
(E do infinito busco pelo algo que falta)
E na infinitude que digo do algo que nos falta
Continuo,
-não breve-
-mas efusivamente-
a coroar-me pelo necessário.
A existência me paga.
E por ti,talvez a ti,devo meus atos.
This is not unreal,it's undead
Tomamos o último gole:A noite nos deixa.
Ele sou eu.Eu o valho.
Ele me valhe:Valhemo-nos,em coro,ao vaiar.
E ao tomarmos o mar,ecoamos esferas.
Ele me tange o último azul de um corpo.
Por te amar,homem,faço abraço.
Faço calor entre as pernas:devasso.
No após,devastados,seguimos a estrada cruel de sol,em sonho.
Mas agora é trabalho,que de ontem partiu manhã.
Infinitamente falta-nos algo.
(E do infinito busco pelo algo que falta)
E na infinitude que digo do algo que nos falta
Continuo,
-não breve-
-mas efusivamente-
a coroar-me pelo necessário.
A existência me paga.
E por ti,talvez a ti,devo meus atos.
This is not unreal,it's undead
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
último toco de cigarro,A manhã
Ontem veio.Há quanto tempo não sentia seu corpo. Falou de outros reflexos,e ainda esteve aqui, dentro. Eu não falei:Conhece cada vão. Cachoeirou-me no meio do falo,Centro de um estudo abusado. Ousadia de um corpo-mãos. Hoje acordei tarde olhei no espelho farejei os cheiros. A casa é um restanto de amor. Cada estrela antiga lembra dos olhos. Divido-me em cem,e sou uma,amada amando amanda-tudo isso num giro espetacular das órbitas das pernas. E as pernas abertas.
Ontem passei as unhas no sexo dos cílios. Mostrei meu quadro novo,O Homem mostrou-me as palavras novas que aprendeu:buceta,buceta de novo,e gostosa.Dormi qual as baratas do banheiro,em meio de chinelo e sangue.Orgasmo eterno de uma atividade contínua de não gozar nunca..ainda. Veio e já foi.
Ontem passei as unhas no sexo dos cílios. Mostrei meu quadro novo,O Homem mostrou-me as palavras novas que aprendeu:buceta,buceta de novo,e gostosa.Dormi qual as baratas do banheiro,em meio de chinelo e sangue.Orgasmo eterno de uma atividade contínua de não gozar nunca..ainda. Veio e já foi.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Dezoito anos arrancando galhos de um peito afável.
As vozes roucas em offf
E nada desejo que passe longe do Amor:
Minha vida é esta,o sonho é o mesmo.
Talvez eu tenha encoberto uma rotina nos cantos da casa:
vejo as baratas e me lembro de morrer,
lembro das mortes e que matei e morri.
Mas os braços são dois espaços de ar
Abrindo as asas numa manifestação de poeira com um gás incolor
de nome Existência.
Risco as noites de um infinito
e quero acordar despencando num copo solar a eternidade.
Subamos num galope. vem amor,nas minhas costas e
dentro de mim!
Que já eles se perderam no deserto dos seus mares tropicais.
As vozes roucas em offf
E nada desejo que passe longe do Amor:
Minha vida é esta,o sonho é o mesmo.
Talvez eu tenha encoberto uma rotina nos cantos da casa:
vejo as baratas e me lembro de morrer,
lembro das mortes e que matei e morri.
Mas os braços são dois espaços de ar
Abrindo as asas numa manifestação de poeira com um gás incolor
de nome Existência.
Risco as noites de um infinito
e quero acordar despencando num copo solar a eternidade.
Subamos num galope. vem amor,nas minhas costas e
dentro de mim!
Que já eles se perderam no deserto dos seus mares tropicais.
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